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quarta-feira, 26 de março de 2008

KREMLIN RÚSSIA (KREMLIN RUSSIA)

O Kremlin de Moscou serve de sede do governo da Rússia?

Kremlin (Кремль), sinônimo de "fortaleza" em russo, refere-se a qualquer complexo fortificado encontrado nas cidades russas históricas. A palavra é mais freqüentemente utilizada em referência ao mais conhecido deles, o Kremlin de Moscou, sede do governo da Rússia e da extinta União Soviética. É uma das maiores atrações turísticas da cidade de Moscou e ocupa cerca de 30 hectares e contém vários monumentos no seu interior.

No interior do Kremlin situam-se vários palácios e igrejas. Os mais importantes são:

Palácio do Congressos - construído entre 1961

Palácio do Grande Kremlin - construído entre 1839 e 1849 como residência dos imperadores russos.

Igreja da Deposição do Robe - construída entre 1484 e 1488, contém várias pinturas de estilo russo.

Catedral da Assunção - construída entre 1475 e 1479 pelo arquiteto Aristotle Fioravante, era a catedral do estado da Rússia; é uma combinação entre o estilo russo e o estilo renascentista italiano.

Igreja de Ivan, o Grande - construída entre 1505 e 1508 pelo arquiteto Bon Fryazin, tem um sino de 200 toneladas; em 1600, a torre é elevada até uma altura de 81 metros;

Catedral da Anunciação - construída entre 1484 e 1489, era a catedral privada dos czares;

Catedral do Arcanjo - construída entre 1505 e 1508, estão aqui enterrados vários príncipes e czares.

quinta-feira, 13 de março de 2008

DICAS PARA VIAJAR AO JAPÃO À TURISTO COM POUCA GRANA

O país é caro, mas há maneiras de economizar escolhendo os lugares certos.Uma refeição simples custa 500 ienes, o equivalente a R$ 8.
O Japão sempre aparece no topo de qualquer ranking dos países mais caros do mundo, com toda a razão. Tudo lá é muito caro mesmo. Mas nada muito acima das principais capitais européias. E nada do outro mundo em tempos de real forte. Para quem pensa em conhecer o país ou já está de malas prontas, o G1 reuniu dicas para economizar durante a viagem - e até antes. Acredite: conhecer a Terra do Sol Nascente já não é um sonho tão distante assim.
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PASSAGEM AÉREA
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Quanto mais cedo você comprar a passagem, menos cara ela fica. É a lei do mercado mesmo: os bilhetes com as tarifas mais em conta sempre acabam primeiro. Se a antecedência da compra for boa, dá até pode viajar com todas as prestações pagas. Muitas companhias voam para o Japão, e a ordem é pesquisar. Há diferença de preço entre vôos com escala nos Estados Unidos (a partir de R$ 3,4 mil) ou na Europa (a partir de R$ 3,9 mil), mas também há que se levar em conta os gastos com os vistos (se for pelos EUA, por exemplo, é preciso tirar o visto de trânsito).

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HOSPEDAGEM

Hotel no Japão é muito caro, mas quem disse que é preciso ficar em um? Por conta das altas diárias, o país desenvolveu uma oferta bastante satisfatória de albergues e hostels, que podem ser encontrados a partir de 3 mil ienes por dia (R$ 48). Já as hospedagens tradicionais mais baratas custam cerca de 8 mil ienes (R$ 130).

Outra opção, na verdade uma atração em si, são os hóteis do tipo cápsula, onde o hóspede dorme em um espaço mínimo (uma cápsula mesmo) em que só dá para se deitar. Lugar para mala, nem pensar. Ela fica em um armário à parte.

O banheiro, claro, é coletivo. Mas se o orçamento permitir ou a falta de espírito aventureiro falar mais alto, nada impede que você fique um hotel convencional, com banheiro privativo, mas sem nenhum luxo. Há um monte deles, e quem vai uma vez costuma voltar. O serviço costuma ser bom pelo que se paga, em média a partir de 4 mil ienes a diária (R$ 65).

Fazer reserva nunca é demais, principalmente para os estabelecimentos de maior procura, os mais baratos. As vagas ficam especialmente difícies na época do Ano Novo (27 de dezembro a 4 de janeiro), no feriado 'Golden Week' ou Semana Dourada (29 de abril a 5 de maio) e no 'Obon' (Finados) (uma semana em meados de agosto). Outro período em que ir para o Japão é uma aventura são as férias escolares de verão (de julho a agosto).

ALIMENTAÇÃO

Não pense duas vezes antes de entrar em um restaurante no Japão e nem tenha vergonha de pedir para ver o cardápio (há muitos em inglês). É melhor do que passar por apertos depois. Uma dica imperdível: comer na hora do almoço (geralmente das 11h às 14h) é bem mais barato do que na hora do jantar.

Quem não quer gastar muito (nem dinheiro nem tempo) vai ficar satisfeito com o 'gyudon': uma tigela de arroz com tiras de carne bem finas, geralmente acompanhada de missoshiru (sopa de soja) e salada. Vende em tudo que é lugar. O prato custa 500 ienes (R$ 8).

A rede Yoshinoya, por exemplo, tem uma loja em cada esquina, sempre cheia. O prato chega em questões de cinco minutos. É comer, normalmente no balcão, e ir embora. Se resolver ficar para bater papo, é bem provável que peçam para dar o lugar para outro freguês.

Também há muitos restaurantes chineses com preços camaradas. Cadeias de fast-food existem aos montes, mas o que você paga por um sanduíche é o que você paga em um restaurante popular por uma refeição de verdade.

E comer em hotel? Nem pensar! E até com o café-da-manhã é preciso tomar cuidado. Tomá-lo na rua costuma ser bem mais barato. Por isso as diárias quase nunca o incluem, já que a demanda costuma ser baixa. Se quiser ir ao supermercado, dê preferência à noite, quando costumam acontecer as promoções (inclusive de pratos feitos).

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TRANSPORTE

Enquanto estiver no Japão, esqueça que inventaram o táxi um dia. É absurdamente caro e não faz falta nenhuma. Se for desembarcar no Aeroporto de Narita com direção a Tóquio, jamais pegue um deles, pois vai sair uma fortuna.

Metrô e ônibus o levam aonde quiser, principalmente nas grandes cidades. Em Tóquio, no primeiro momento, até assusta o número de linhas (algumas dezenas) e de estações (algumas centenas). Peça um mapa em inglês em um guichê que toda estação tem ao lado das catracas. Aliás, na maioria das vezes a placas também têm escrita romanizada. O anúncio dos auto-falantes dentro dos vagões também é em inglês.

O bilhete é comprado nas máquinas (também bilíngües). Guarde-o sempre com você, pois é necessario passá-lo na estação de origem e na estação de destino. Caso perca, terá que comprar outro. Atenção: o preço do bilhete varia de acordo com a estação em que você desembarca e o tamanho do percurso feito. Se comprar um de valor inferior, o sistema acusará a diferença e você terá que cobrir. Mas nada de constragimento. É bem normal isso acontecer, inclusive com os próprios japoneses.

Uma dica importante é que no aeroporto, e só no Aeroporto de Internacional de Narita, estão à venda tíquetes do metrô exclusivos para turistas. São dois: um que vale por apenas um dia (600ienes/ R$ 9,60) e outro que vale por dois (980 ienes/ R$ 16). O número de viagens é ilimitado, e o preço, uma rebarba. Vale muito a pena.

Outra opção, porém só mais prática, porque não existe desconto nenhum, é o cartão Suica. Você compra nas lojas da JR (operadora de trens) e o carrega primeiramente com um mínimo de 2.000 ienes (R$ 33). Além de servir para o metrô e o ônibus, esta carga também pode ser usada para pequenas compras, como em lojas de conveniência. Em qualquer estação do metrô tem máquina para recarregar. Vale por dez anos e por isso é bom guardar para uma próxima viagem (caso queiram devolver, recebe-se 500 ienes - R$ 8 - de volta).

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Ainda sobre o metrô: mais de uma operadora opera a malha em Tóquio. A integração entre as linhas de cada companhia é gratuíta. Mas para passar de uma operadora a outra é preciso comprar um bilhete novo. Só o cartão Suica serve para todas as operadoras, embora com o devido desconto nos créditos.
Entre uma cidade e outra, o melhor meio são os trens. São pontualíssimos e seguros. Ônibus são uma boa opção se quiser passar a noite no veículo e economizar uma diária de hotel. Avião é como táxi: caro.

Para turistas, a melhor opção é o Japan Rail Pass, exclusivo para viajantes estrangeiros. Mas é necessário sair do Brasil com o seu bilhete em mãos, porque no Japão nem vende. Pode ser válido para sete, 14 ou 21 dias e para classe turística ou executiva, em trens, metrôs e ônibus. O número de viagens é ilimitado, mas pense bem antes de comprar: se for fazer poucas viagens, talvez fique mais barato comprar as passagens normais. O Rail Pass não é aceito para o chamado 'Nozomi', modelo de trem-bala mais rápido do país.

BRASILEIRO NECESSITA VISTO PARA O JAPÃO

Companhias aéreas Air France: 4003-9955 (capitais e regiões metropolitanas) 0800 888-9955 (de outras localidades); Delta: 4003-2121 e 0800-881-2121 ( ambos de todas as cidades); Jal: (11) 3175-2270

Rail Pass
São Paulo
Agências Skyluxe: (11) 3254-5460
Caju Representações (11) 3101-1966
Rio de JaneiroUniver Travel (21): 2532-8750
Tunibra turismo: (21) 2210-3263

Visto
Consulado do Japão
:
São Paulo - (11) 3254-0100
Rio de Janeiro: (21) 3461-9595
Brasília: (61) 3442-4247

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Fotos de autoria de Diogo Ferreira Gomes

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* Lembramos que todas as informações fornecidas neste Blog são meramente informativas. Antes de viajar consulte sempre seu agente de viagem e o consulado do país que visitará. Em casos de cidadania e/ou dupla nacionalidade, procure os consulados e/ou embaixadas na circunscrição da sua residência.

sábado, 8 de março de 2008

DUBAI - EMIRADOS ÁRABES UNIDOS / UNITED ARAB EMIRATES

Dubai (em árabe دبيّ) é a maior cidade e o segundo maior emirado dos Emirados Árabes Unidos. Tem cerca de 1.570.000 habitantes. Pertenceu a Abu Dhabi até 1833. Diz-se que Dubai possui 30% dos guindastes de construção do mundo. O petróleo representa apenas 3% da economia e o turismo 33% (sendo o mais atuante). Crescimento do PIB em torno de 19% (mais que o dobro da China).

O espetacular crescimento de Dubai pode ser visto nessas quatro fotos: em 1995 e...

...e 15 anos depois (!!), visto do mesmo ângulo


O arrojadíssimo e emiresco Burj al Arab, luxuosíssimo, caríssimo, lindíssimo por fora, cafona por dentro.
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Tido como o primeiro hotel categoria "sete estrelas" do mundo, o que por si só já define o exageiro, já que nem seis estrrelas existem na classificação hoteleira, o Burj al Arab (burj significa "torre") é o maior exemplo da opulência emiresca. O saguão tem uma fonte que jorra água ao som de uma sinfonia de Tchaikovsky, em cujo lago foram postos peixes que não fariam feio em nenhum aquário do primeiro mundo, isso sem falar das suítes cujos preços das diárias começam em mil dólares por noite, com uma decoração tão opulenta que dizem que a quantidade de ouro emrpegada na sua ostentosa e cafona decoração daria pra cobrir um campo de futebol com aquelas finas folhas de nobre metal. Há, os hóspedes ao se registrarem recebem um cardápio de travesseiros com 12 páginas! E quem quiser conhecê-lo sem hospedar-se terá que pagar 100 dólares por pessoa pra fazer um tour!